quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Difícil é ser quem se é

Difícil é SER quem se É
SER é desafio
É guerra de guerreiros

Não, não estou falando de auto afirmação a qualquer custo, egoística, egocêntrica, sobrepujante.
Estou falando de SER, com todos os custos inclusos, friccionando-se e atritando-se com o outro, mudando ou não (Mas, de um jeito ou de outro, a gente sempre muda!).

Querer e não ter

Quero tudo
Sem sacrifícios

É pedir muito?!?

Não quero pouca coisa não
Quero muito (E isso não é querer demais)
Mas sem sofrimento, por favor

Dá pra ser ou tá difícil?

Sem sacrifícios...

Ter tudo dá tanto trabalho que quase chego a achar que é melhor ficar sem nada
Só não me conformo com nada, porque apesar de não ter tudo também não tenho nada
E apesar disso e por isso mesmo, quero tudo (Ou quase tudo)

Céus, como eu sou patético!

Não quero o que tenho
Não tenho o que posso
Não posso o que quero

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Sabotagem

Para Breno Volpini:


Pois é... Eu me sabotei.
Percebi que uma escrita forçada seria um tanto quanto desrespeitoso e agressivo para comigo. É claro que em todo esse tempo algumas inspirações surgiram e acabaram não vindo pra cá por falta de esforço meu mesmo. Por isso, vou tentar postar mais. Mas todo dia não. Todo dia é demais pra mim. Duro demais. Pouco Michel demais.
Com carinho.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Adoro os fins de tardes de inverno. O céu fica tão azul, a brisa tão fresca, o Sol tão brilhante. =)

domingo, 21 de junho de 2009

Que reluz no turvo

Basta que eu perca o olhar um instante
E cenas nossas acendem meu escuro
Seus cantinhos,
seus cochichos,
seus carinhos,
meus caminhos
Acendem meu escuro

Ascendo do obscuro
E brilho
Eu vivo
Eu vivo

terça-feira, 26 de maio de 2009

Resmungos

Meu irmão liga a TV e sai de casa. Eu desligo a TV. Ele chega, e liga a TV. E sai de casa. Desligo a merda da TV. Canalha.

O que mais me chateia no meu blog, é que eu só venho aqui pra reclamar. Puta que pariu, vai ser reclamão assim na casa do caralho.

E xingar pra mim já até perdeu consideravelmente o propósito. O ato de xingar só é bem sucedido entre aqueles que se proíbem de fazê-lo. Afinal, caralho é uma coisa boa demais pra ser usada como xingamento. Buceta também. E cú! E as putas, o que se tem contra elas? É a profissão mais antiga da humanidade, que orgulho. Deixa elas parirem, qual o problema?

O nome do blog devia ser: resmungos certamente chatos.

sábado, 9 de maio de 2009

Angústia


Eu fui enchendo... enchendo... enchendo... Tô quase estourando.

Não gosto do que escrevo. Fiz o blog pra me forçar a escrever, pra exercitar minha maneira de vazar. No entanto, parece que escrevo, escrevo, escrevo e não escrevo nada.

Tô adiando...

Passei a escrever pra traduzir-me para uma língua que eu compreenda. Porém as palavras não dão conta de mim, embora me ultrapassem. Eu não me sacio...

Estou desistindo de mim... A fadiga me toma; o tédio se tornou uma companhia desagradável e inconveniente que nunca vai embora. E o pior: Estou começando a ficar indiferente a isso.

Cansar-se faz parte, estou vivo.

Viver não é se cansar.

Descansar não significa deixar de viver.

E como se descansa sem deixar de fazer o que se faz? Devo parar! Não quero mais fazer se estou fadigado...

Talvez eu deva diminuir, mas não parar. Alterar, mas não inverter. Estamos aonde estamos para abrir asas.

Minhas asas atrofiaram...

Pare! Quem é você?

Sou eu. Sou eu hoje e ontem também era eu... Amanhã serei eu de novo. Me cansa! Eu de novo... Me cansa! E de novo...

Nunca me foi tão custoso fazer coisas tão simples. O que quero, não há. O que há, renego.

Tá tudo tão árido, tão insosso, tão estéril.

Entretanto, continuo sendo eu, agindo como sempre agi. Me pego me comportando como se tudo estivesse bem como sempre esteve, e penso que de fato tudo está. Mas depois, concluo que não... Ou que sim, e ainda assim não estou satisfeito, porque no fim das contas apenas estou vivendo da única forma que sei... É tudo automático.

Dei-me conta de que tenho achado que quase tudo está errado. Começo a achar que, para eu estar com essa impressão, deve haver algo primordial mal colocado, ausente, falho em minha vida, algo básico, que acaba por deixar toda a estrutura abalada. Como um prédio sem um de seus quatro pilares... Manquei todo esse tempo até aqui.

domingo, 3 de maio de 2009

Pensei melhor e descobri que menti.
Não é que eu adore.
Mas
bato em quem amo.